quinta-feira, 8 de abril de 2010

Soraia apanha do pai depois do vexame na noite de Búzios

Soraia apanha do pai depois do vexame na noite de Búzios
Título da Matéria

Não podia dar noutra coisa. Bebedeira dá coragem, audácia; audácia demais leva ao vexame; o vexame à vergonha; e, quando se tem um pai como Onofre, a vergonha sempre leva ao castigo. E castigo, na casa daquele homem rude, é na base da grosseria, da cintada. Soraia pagou mico sim. O restaurante inteiro, os bacanas todos (Marcos em particular) repararam no jeito daquela moça ousada, dançando de copo na mão, linda e solta – à beira da vulgaridade. Depois, foram os berros por Dora no meio da rua, no auge do pileque. O vexame estava completo.


Matilde, que é da paz, segura a onda do marido até onde dá. Em casa, dá banho gelado na filha, baixa a graduação etílica dela, evita o castigo no calor da situação, mas no dia seguinte...


No dia seguinte não tem jeito. Onofre não se esquecera do vexame e assim que Soraia acorda, lá está ele de cinto na mão. Slept, slept, slept... Ui! Mas depois que o cinto canta, sabe o que ele faz? Manda Soraia pra casa de Marcos se desculpar. Pode? Mal sabe ele que está colocando a filha na boca do lobo.


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